O Teste de Paternidade Não Invasivo pode ser realizado a partir da décima semana de gestação, com apenas uma amostra de sangue do DNA materno e do suposto pai. Isso é possível, pois uma fração do DNA fetal circula livre na corrente sanguínea da mãe. Este teste irá se utilizar exatamente desta fração para comprovar, ou não, a paternidade. As amostras de DNA são analisadas por meio de um chip de microarray que permite examinar 317 mil marcadores genéticos conhecidos como nucleotídeos únicos polimórficos (SNP’s). Através de um algoritmo informatizado é capaz de calcular a similaridade dos marcadores genéticos comparando os DNA’s fetais com o do suposto pai, bem como para os indivíduos aleatórios não relacionados. Se probabilidade do suposto pai apresentar os marcadores genéticos necessários de pai biológico for superior a 99,9% quando comparado com indivíduos aleatórios, o resultado é a inclusão de paternidade. Se a similaridade estiver dentro do intervalo de não aparentados o resultado é a exclusão de paternidade.

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